Cinco tendências que o marketing de influência leva de 2025

Foto: Melanie Deziel / Unplash

O marketing de influência chega à segunda metade de 2025 como um dos canais mais estratégicos para marcas que buscam relevância e conexão direta com o consumidor. Mas mais do que ampliar alcance, influenciadores estão se tornando ativos centrais para impulsionar presença cultural, gerar engajamento e entregar retorno sobre investimento. Com orçamentos de marketing cada vez mais enxutos, a aposta em creators cresce. De acordo com a Federação Mundial de Anunciantes, mais da metade dos profissionais do setor pretende ampliar o investimento em influência ainda este ano. E não se trata apenas de parcerias pontuais: a tendência é integrar os criadores de conteúdo às estratégias de marca de forma mais consistente e de longo prazo. A economia dos criadores — ou creator economy — vem passando por transformações aceleradas. Desde o avanço de eventos presenciais até os modelos de afiliação, o cenário mostra que os formatos e canais de atuação se diversificam. Portanto, vai exigir das empresas um olhar cada vez mais estratégico e adaptável. O que isso significa para as marcas em 2025 A seguir, mostramos cinco movimentos que devem marcar o marketing de influência no segundo semestre. Essa relação foi elaborada de acordo com a análise de especialistas do mercado norte-americano ouvidos pelo Ad Age. E o que eles significam para empresas que buscam protagonismo. A ascensão de eventos presenciais e experiências locais aponta para uma mudança de foco: conexões de alto valor fora das telas. Gerações mais jovens, especialmente Z e Millennials, buscam combater o isolamento participando de atividades comunitárias — de clubes de leitura a encontros gastronômicos. Por essa razão, marcas que patrocinam e cocriam esses momentos junto a influenciadores ampliam sua presença cultural e constroem vínculos mais sólidos. Exemplos como o Uno Social Club, promovido pela Mattel em grandes cidades, mostram que investir em capital social offline pode ser mais valioso que métricas digitais. Para marcas brasileiras, a partir de agora, adaptar esse modelo ao contexto local é uma oportunidade para unir branding e experiência direta com o consumidor. Festivais, campeonatos esportivos e ativações culturais estão se consolidando como palco para campanhas de influência de alto impacto. Em outras palavras, convidar influenciadores para participar ou cocriar experiências nesses eventos, marcas expandem a vida útil do conteúdo e geram repercussão orgânica nas redes. O sucesso de iniciativas como a presença de creators no Festival de Cannes para a marca Magnum ilustra o potencial de unir experiência imersiva e produção de conteúdo. Em 2026, é provável que vejamos mais marcas buscando “momentos 360º”, onde digital e presencial se complementam. Para alcançar esse resultado, é essencial mapear influenciadores alinhados com o público-alvo e estruturar ativações que combinem storytelling, valor de marca e capacidade de gerar conteúdo multiplataforma. A popularidade de vídeos longos em plataformas como YouTube, combinada com a migração do consumo para telas de TV, está criando um novo espaço de mídia. Creators estão produzindo séries e programas com duração e qualidade similares à televisão. E, por consequência, acabam atraindo patrocínios e inserções mais robustas. Essa convergência abre caminho para que marcas negociem de forma mais parecida com a compra de mídia tradicional, mas com a vantagem da segmentação e autenticidade que os influenciadores oferecem. Para empresas, o desafio é avaliar quais criadores entregam consistência narrativa e público qualificado. Em síntese, planejar patrocínios que vão além de posts pontuais, tornando-se presença recorrente no conteúdo. A busca por colaborações duradouras está redefinindo o relacionamento entre marcas e influenciadores. Mais do que porta-vozes, os creators passam a atuar como consultores criativos, influenciando desde a estratégia até a execução de campanhas. Isto é, uma abordagem que cria autenticidade e consistência, evita a saturação de parcerias superficiais que reduzem a credibilidade. O caso da influenciadora Alix Earle com a marca SipMarg demonstra isso. Dessa forma, a marca que ajudou a redesenhar a presença digital, é exemplo de um formato que deve se expandir. Para marcas que querem diferenciação real, o caminho é integrar influenciadores como parte do ecossistema estratégico. Com a pressão por ROI crescente, programas de afiliação estão ganhando espaço no marketing de influência. Eles permitem pagar criadores com base em vendas ou métricas específicas, tornando as ações mais eficientes financeiramente. Plataformas como TikTok Shop e iniciativas de live shopping vêm potencializando esse modelo, gerando conversão direta e engajamento simultâneo. A tendência, então, é a adoção de modelos híbridos, que combinam performance, produção de conteúdo e presença em eventos. Para empresas, implementar esse tipo de estratégia exige integração entre marketing, vendas e tecnologia. Sem dúvida, algo que a Lead Strategia domina, aliando inteligência de dados à criatividade. O que aplicar dessas tendências em 2026 O marketing de influência de 2025 mostra que a força das campanhas está na convergência entre conteúdo, experiência e dados. Da liderança comunitária à monetização por afiliação, as oportunidades são muitas — mas exigem visão estratégica e execução precisa. Na Lead Strategia, ajudamos marcas a transformar tendências em resultados concretos. Dessa maneira, com inteligência aplicada, seleção criteriosa de influenciadores e estratégias que unem reputação, performance e segurança digital. A Lead Strategia, agência número 1 em transformar estratégia em resultado, é uma empresa do Grupo Lead Hub.  Acompanhe nossos conteúdos também em nossas redes sociais! Acesse nosso LinkedIn Clique aqui para ser direcionado ao Instagram