
A futurista Amy Webb afirmou no Rio Innovation Week que estamos à beira de uma revolução na internet: a busca será substituída por agentes de inteligência artificial que atuarão como marcas vivas. Com precisão, destacou: “O modelo de IA será a marca”.
Isso significa, portanto, que mensagem e entrega se tornarão indistinguíveis das empresas que representam. Para Amy Webb, essa transformação exige uma divisão de foco estratégico: “CMOs precisam dedicar 50% do tempo às demandas do presente e 50% ao planejamento do futuro”.
O alerta é claro: as marcas precisam se preparar para um ambiente em que a IA será o canal principal de comunicação, criando e personalizando produtos, serviços e narrativas — sem depender da lógica tradicional de buscas.
Conexões autônomas via IA, fragmentação da mídia e a seletividade como critério
No futuro descrito por Amy Webb, cada interação com IA deixará de ser apenas funcional e passará a carregar a personalidade da marca. Os consumidores não falarão com canais ou pessoas, mas com modelos de IA desenhados para refletir valores, linguagem e comportamento da empresa.
“Esse agente será a própria marca, com personalidade, linguagem e comportamento alinhados ao que a empresa quer transmitir”, afirmou.
Esse cenário traz novos desafios: ética, design de personalidade e governança da IA se tornam pilares centrais da estratégia. Líderes precisarão tratar esses agentes como gestores de marca — atentos, responsivos e permanentemente atualizados.
De acordo com Webb, hoje já operamos com mais de 50 meios relevantes de comunicação — de podcasts a experiências imersivas. Com a evolução da IA, esse número pode ultrapassar 500 canais.
Isso torna inviável a onipresença. A seletividade passa, então, a ser essencial: as marcas precisarão escolher onde estar com relevância e consistência, em vez de dispersar recursos tentando ocupar todos os espaços possíveis.
O que isso significa para o marketing
Estamos diante do fim da internet como a conhecemos. A lógica de indexação e SEO tradicional dá lugar a um ecossistema de agentes inteligentes que filtram, personalizam e entregam experiências em tempo real.
Para marcas, isso significa:
- Reputação e consistência acima de visibilidade momentânea.
- Investimento em dados próprios e governança digital.
- Autenticidade como critério de permanência nos algoritmos.
O futuro será sem busca — mas com muito mais inteligência. Na Lead Strategia, ajudamos empresas a construir os alicerces dessa transição, integrando inteligência artificial, estratégia e ética para posicionar marcas não apenas digitalmente, mas como protagonistas ativas na jornada do consumidor.
Vamos conversar sobre como preparar sua marca para essa nova era?
A Lead Strategia, agência número 1 em transformar estratégia em resultado, é uma empresa do Grupo Lead Hub.
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