Uso de IA no marketing cresce no Brasil em 2025

A adoção da inteligência artificial no marketing brasileiro chegou a um novo patamar. Em 2025, 97,9% dos líderes da área afirmam que pretendem ampliar o uso de IA em suas estratégias — e os resultados já estão no radar. Segundo o estudo “A Realidade do Marketing no Brasil 2025”, produzido pela HubSpot com 550 profissionais, 95,4% perceberam aumento no ROI, enquanto 72,3% relatam ganhos expressivos na qualidade das entregas. A inteligência artificial não está sendo usada apenas para tarefas operacionais ou automatizações simples. Seu impacto se reflete diretamente em resultados tangíveis e na sofisticação das campanhas. Para os líderes entrevistados, a tecnologia se tornou parte do fluxo estratégico: permite criar conteúdo em escala, prever comportamentos e personalizar mensagens de maneira mais precisa. A IA, portanto, não é mais um diferencial competitivo. Está consolidada como um recurso essencial para empresas que desejam operar com agilidade, eficiência e impacto. Conforme reforça Rakky Curvelo, gerente sênior de marketing da HubSpot Brasil, o avanço da tecnologia está democratizando o marketing de alta performance, tornando acessível o que antes exigia grandes equipes e investimentos robustos. Conteúdo visual, dados e propósito ditam a agenda A personalização tem se mostrado um dos principais motores de vendas. De acordo com o estudo, 96% dos profissionais entrevistados identificaram crescimento nas vendas a partir de campanhas personalizadas com apoio de IA. Entre as estratégias em ascensão, destacam-se a criação multimodal (texto, imagem, vídeo e som gerados por IA), o uso de dados em escala e o alinhamento entre marketing e propósito institucional. O conteúdo visual lidera a preferência. Os vídeos curtos são apontados por 80% dos líderes como o formato mais eficiente, seguidos por transmissões ao vivo (39%), conteúdos gerados por usuários (35%), experiências interativas (30%) e podcasts ou áudios (23%). A linguagem rápida, visual e personalizada atende especialmente ao comportamento das gerações mais jovens — foco das campanhas em 2025. Com a fragmentação da atenção e o crescimento da concorrência por relevância, o conteúdo se torna a ponte entre marca e audiência. A tecnologia ajuda a tornar essa ponte mais fluida, responsiva e orientada por dados, sem perder o caráter humano e criativo das interações. Plataformas, gerações e influenciadores em movimento Instagram (89%), TikTok (58%) e YouTube (51%) despontam como as plataformas mais relevantes para ações de marketing no Brasil. A liderança do Instagram mostra força na segmentação e no apelo visual. TikTok e YouTube ganham espaço com formatos dinâmicos e alto potencial de viralização. Ao mesmo tempo, a atenção das marcas se volta para públicos mais jovens. Millennials e Geração Z tornaram-se as principais audiências, tanto em estratégias B2C quanto B2B. Esse dado reforça a necessidade de campanhas adaptadas culturalmente, com linguagem contextualizada, influenciadores locais e formatos nativos de cada plataforma. O marketing de influência passa por uma fase de amadurecimento. A aposta em micro influenciadores — perfis com 10 mil a 99 mil seguidores — aparece como tendência para 43% das marcas B2B e 44% das B2C. Além disso, 86% dos entrevistados acreditam que influenciadores gerados por IA serão comuns até o final de 2025, abrindo espaço para um novo tipo de narrativa digital. Adaptação local como fator de sucesso no Brasil Um dos pontos mais estratégicos destacados pela pesquisa é a adequação ao contexto local. Em mercados globalizados, o Brasil apresenta singularidades que exigem personalização de abordagem, formatos e canais. Redes sociais preferidas, meios de pagamento como PIX e boletos e a força das narrativas com apelo cultural são, inegavelmente, fatores que influenciam diretamente o sucesso de uma campanha. De acordo com o estudo, 69% das empresas adaptam suas estratégias globais à realidade brasileira. Outras 46% investem em influenciadores locais e 37% reformulam conteúdos para dialogar com a cultura nacional. Essa regionalização estratégica evita ruídos e amplia a conexão com o público. O movimento também se reflete no e-commerce. Cerca de 27,6% das empresas passaram a incorporar métodos de pagamento locais para atender às exigências dos consumidores. O dado reforça que compreender o comportamento e os hábitos do público brasileiro é mais eficaz do que simplesmente replicar modelos de outros países. Desafios à vista: dados, privacidade e confiança Apesar do avanço da IA no marketing brasileiro, alguns obstáculos ainda precisam ser superados. A coleta e a qualidade dos dados são pontos críticos: 46% dos entrevistados apontam desconfiança dos usuários, 33% mencionam o impacto das novas regulamentações e 28% citam a dificuldade de trabalhar com dados imprecisos. Essas barreiras exigem atenção redobrada à ética digital, à segurança da informação e à transparência nos processos. As marcas que quiserem crescer com IA terão de investir primordialmente em governança de dados e práticas responsáveis, construindo confiança com seus públicos. O marketing está cada vez mais tecnológico, mas não menos humano. Os líderes que souberem equilibrar inteligência, criatividade e consciência cultural estarão à frente da curva.
Marketing B2B em 2025: estratégias que geram valor

O marketing B2B (Business to Business) deixou de ser apenas uma frente de geração de leads. Em 2025, ocupa o centro das estratégias de crescimento, posicionamento e reputação de empresas em setores como tecnologia, saúde, indústria e educação corporativa. Assim, a mudança de papel é acompanhada por uma evolução no perfil do tomador de decisão e nos formatos de relacionamento. Com jornadas longas, múltiplos stakeholders e critérios técnicos de avaliação, o B2B exige personalização, clareza e relevância. O decisor, atualmente, consome informação de forma ativa, se informa digitalmente antes do contato comercial e espera experiências comparáveis às do varejo. A expectativa por conteúdo útil e interações sob medida muda o jogo para as marcas. Nesse contexto, o marketing B2B é impulsionado por automação, dados e inteligência artificial. O uso dessas tecnologias amplia a capacidade de segmentar, personalizar e prever comportamentos com mais precisão. Estratégias orientadas por conteúdo técnico, integração entre marketing e vendas e visão consultiva se tornam, então, indispensáveis para gerar resultados reais. Mais do que captar leads, o marketing B2B atual é um construtor de valor: influencia reputação, acelera negociações e consolida a posição da empresa como referência em seu setor. Em resumo, as marcas que compreendem essa virada investem em estratégias robustas, multicanal e com base em dados. A lógica B2C invade o B2B Uma das transformações mais marcantes no marketing B2B é, sem dúvida, a incorporação de práticas típicas do B2C. Isso não significa simplificar processos complexos, mas adaptar formatos e linguagens às novas expectativas dos decisores. Segundo pesquisa da McKinsey, mais de 80% dos compradores corporativos esperam experiências digitais personalizadas e intuitivas. Esse novo perfil de comportamento obriga as empresas a criarem jornadas integradas e centradas no usuário. O conteúdo precisa, ao mesmo tempo, estar alinhado ao momento da decisão, ser relevante para o segmento e apresentar soluções reais. Não basta comunicar: é preciso informar, educar e construir confiança em cada ponto de contato. A experiência digital se torna fator de diferenciação, principalmente. Interações omnichannel, acesso facilitado a demonstrações e informações técnicas e atendimento fluido são elementos que ajudam a acelerar a jornada. É nesse cenário que o marketing B2B se aproxima do B2C: ambos buscam gerar valor a partir de experiências consistentes e com alto grau de personalização. Além disso, a humanização das marcas ganha espaço. Empresas que investem em narrativas com propósito, voz institucional clara e comunicação coerente criam vínculos mais duradouros com seus públicos. No B2B, esses vínculos impactam não apenas a decisão de compra, mas também a renovação de contratos, indicações e expansão da conta. Tendências e ferramentas do marketing B2B As principais tendências do marketing B2B passam por três grandes pilares: conteúdo técnico, automação inteligente e integração entre áreas. Dessa forma, a produção de conteúdo continua sendo a principal estratégia para atrair e educar o público. White papers, e-books, webinars e estudos de caso seguem entre os formatos mais eficazes, principalmente em mercados de alta complexidade, como SaaS e indústria. A automação ganha papel central ao permitir que a comunicação seja escalável e, ao mesmo tempo, personalizada. Plataformas como HubSpot, RD Station e Salesforce são aliadas na criação de fluxos de nutrição, segmentações por cargo e comportamento, e acompanhamento preciso de cada etapa da jornada. A análise preditiva, alimentada por inteligência artificial, fortalece a tomada de decisão. Da mesma forma, o crescimento do ABM (Account-Based Marketing) permite campanhas direcionadas a contas específicas. Quando combinado à integração entre marketing e vendas — o chamado smarketing —, o ABM melhora principalmente o timing, a abordagem e o retorno sobre investimento. A união entre áreas, mediada por dados, transforma o marketing em uma engrenagem de valor estratégico. Nas redes sociais, o LinkedIn continua sendo o principal canal para B2B. No entanto, plataformas como YouTube, Instagram e até TikTok começam a ser exploradas com sucesso em nichos como tecnologia, inovação e educação. Conteúdo técnico em vídeo, demonstrações e bastidores de soluções têm potencial para gerar engajamento qualificado e ampliar a presença digital da marca. O pós-venda como parte da estratégia Em 2025, o pós-venda ganha novo papel no marketing B2B. Se antes era visto como etapa isolada, agora se integra à estratégia de relacionamento e crescimento orgânico. A experiência após a venda é um dos fatores mais relevantes para a retenção, a fidelização e o fortalecimento da reputação da empresa. Programas de onboarding, atendimento técnico ativo, iniciativas de customer success e treinamentos são instrumentos poderosos para manter o cliente engajado e gerar novas oportunidades. Além disso, os próprios clientes tornam-se canais de marketing: promovem a marca, recomendam soluções e participam de comunidades e eventos. Esse novo modelo também reforça o valor da marca. Empresas que cuidam da jornada após a venda mostram comprometimento com o sucesso do cliente e constroem diferenciais que vão além do produto ou serviço oferecido. A consequência natural é a redução de churn, o aumento do lifetime value e a criação de uma base sólida de defensores da marca. A visão de longo prazo passa a ser indispensável. No B2B, a decisão de compra é muitas vezes conservadora, e a confiança construída ao longo da jornada — inclusive no pós-venda — é o que sustenta relações de negócios duradouras. Nesse cenário, o marketing atua como elo constante entre entrega, valor percebido e reputação. Reputação, ESG e posicionamento institucional A última fronteira do marketing B2B é o propósito. Em um mercado cada vez mais atento à coerência entre discurso e prática, temas como ESG, diversidade, ética e impacto socioambiental ganham protagonismo nas decisões de negócios. O marketing precisa refletir esses compromissos de forma autêntica e consistente. Empresas que constroem narrativas pautadas em propósito e entregam valor real fortalecem sua reputação. O decisor corporativo não avalia apenas preço ou performance técnica: ele observa quem está por trás da marca, que causas apoia, que práticas adota e como se comunica com seus públicos. Esse movimento exige que o marketing atue de forma transversal, alinhado à cultura, à governança e à estratégia corporativa. A reputação passa a ser um ativo de negócios. E,
Confiança em publicidade tradicional cresce e desafia o marketing de influência

O marketing de influência já não conta com a mesma credibilidade de antes. De acordo com o Influencer Trust Index, 87% dos consumidores dizem confiar mais em publicidade tradicional do que em influenciadores — número que desafia as marcas a reverem suas estratégias e exigências nesse canal. O levantamento realizado recentemente nos Estados Unidos pelo BBB National Programs, tem parceria com a University of Georgia e o McLean Hospital. O estudo mostra que apenas 74% dos entrevistados afirmam confiar em recomendações feitas por criadores de conteúdo. Isso significa que mais de um quarto do público (26%) vê o marketing de influência com desconfiança, mais que o dobro dos 11,3% que desconfiam da publicidade em geral. A tendência aponta para uma saturação do modelo e uma cobrança maior por ética, clareza e coerência. Influência exige autenticidade A pesquisa também revelou os fatores que determinam a credibilidade no marketing de influência. Para 79% dos consumidores, avaliações honestas — mesmo que negativas — geram mais confiança. Outros 71% consideram essencial a transparência nas parcerias comerciais. Já 80% relatam perda de confiança quando percebem omissão ou falta de autenticidade nas recomendações feitas por influenciadores. Na análise de especialistas da área, o enfraquecimento da confiança vem da banalização das publis. Isso porque o público consegue perceber a recomendação forçada. Atualmente, coerência entre conteúdo, posicionamento e produto se torna critério básico de credibilidade. Diferentemente da publicidade tradicional, que se ancora na autoridade do veículo, o marketing de influência depende de uma relação construída com a audiência ao longo do tempo. Então, quando essa conexão é quebrada — por excesso de anúncios, desalinhamento de valores ou parcerias mal escolhidas —, o impacto é direto: desengajamento e perda de valor comercial. Marketing de influência pede nova postura das marcas O estudo confirma um ponto central: a era da publi genérica está chegando ao fim. Para se manterem relevantes e confiáveis, marcas e agências precisam adotar uma abordagem mais estratégica, ética e conectada ao perfil do influenciador e ao contexto da audiência. O caminho para recuperar a confiança do público, dessa forma, passa por transparência e curadoria rigorosa. Além, é claro, de planejamento de médio e longo prazo e alinhamento real entre marca, produto e discurso. Contudo, não basta apenas contratar alguém com muitos seguidores. É necessário desenvolver relações consistentes, com conteúdo que agregue valor e que respeite a verdade do creator. Na Lead Strategia, desenvolvemos estratégias de influência com foco em reputação, autenticidade e resultado sustentável. Atuamos com inteligência de dados, curadoria de parceiros e planejamento editorial para garantir que sua marca esteja bem posicionada — com propósito, coerência e impacto real. A Lead Strategia, agência número 1 em transformar estratégia em resultado, é uma empresa do Grupo Lead Hub. Acompanhe nossos conteúdos também em nossas redes sociais! Acesse nosso LinkedIn Clique aqui para ser direcionado ao Instagram
IA e autenticidade: o futuro do marketing digital

A inteligência artificial transformou o marketing digital. Automatização de campanhas, personalização em escala e análise de dados em tempo real já fazem parte do cotidiano das marcas. Mas à medida que a tecnologia avança, uma verdade se confirma: conexões humanas ainda são o que sustenta a reputação das empresas no ambiente digital. De acordo com o estudo “Decodificando os desafios da IA”, realizado pelo IAB Brasil e Nielsen, 53% das empresas usam IA para otimizar campanhas, 51% para tarefas administrativas e 45% para alimentar chatbots. A automação de e-mails, segmentação de públicos e personalização da jornada do cliente se tornaram estratégias essenciais. Mas, na hora de criar vínculos reais, é a sensibilidade humana que faz a diferença. Embora 85% dos profissionais de marketing afirmem que a IA melhora a qualidade dos conteúdos (HubSpot), especialistas alertam: tecnologia sem curadoria gera ruído. Nenhuma máquina entende contexto social, nuance cultural ou emoção com a profundidade de um ser humano. Marcas que combinam tecnologia e propósito A curadoria estratégica é o que transforma informação em comunicação. É ela que garante que os dados gerem valor, que a linguagem esteja alinhada à cultura da marca e que a mensagem gere identificação com o público. Casos como O Boticário e Rare Beauty mostram, inclusive, como a combinação entre IA e autenticidade pode gerar resultados expressivos. A primeira transformou o TikTok em canal de escuta ativa e adaptação ágil. A segunda construiu uma comunidade global a partir de temas como autoestima e saúde mental, gerando, ao mesmo tempo, engajamento e influência real. Nesses exemplos, a tecnologia é meio — não fim. Dessa forma, o que sustenta a conexão com o público é a coerência entre discurso e prática, é a narrativa construída com base em propósito, intenção e consistência. Conexão é estratégia. E estratégia se faz com método O marketing digital de alta performance é aquele que alia inteligência de dados à inteligência emocional. Trata-se de transformar automação em presença, algoritmos em experiência e conteúdo em cultura. E isso exige mais do que ferramentas: exige estratégia com alma. Na Lead Strategia, desenvolvemos estratégias que equilibram automação e autenticidade. Unimos dados, branding, conteúdo e reputação para posicionar marcas com verdade — e com impacto. A Lead Strategia, agência número 1 em transformar estratégia em resultado, é uma empresa do Grupo Lead Hub. Acompanhe nossos conteúdos também em nossas redes sociais! Acesse nosso LinkedIn Clique aqui para ser direcionado ao Instagram
Marketing com creators no Brasil: da influência à construção de valor

O Brasil está no centro da nova economia da influência. Com mais de R$ 20 bilhões investidos em redes sociais em 2024 e uma base ativa de 3,8 milhões de criadores só no Instagram, o país ocupa lugar de destaque no cenário global. O dado reflete não apenas volume, mas também uma transformação estratégica no marketing digital. O conteúdo feito por criadores já não é mais apenas uma tática de visibilidade — é parte do núcleo da comunicação de marca. Segundo levantamento do Influencer Marketing Hub, o Brasil lidera o ranking global em número de criadores e está em segundo lugar em volume de posts patrocinados. A WPP Media projeta crescimento de 20% no setor para 2025, e o Goldman Sachs estima que a creator economy alcance US$ 460 bilhões até 2027. Mas esses números impressionantes trazem um alerta: para sustentar o crescimento, será necessário profissionalizar ainda mais o setor, com clareza de propósito, governança e foco em reputação. A confiança virou a métrica mais valiosa da influência. Atualmente, consumidores são mais críticos e conscientes. Pesquisas mostram que 42% não confiam em recomendações feitas apenas por influenciadores. Devido a isso, surge um novo padrão de atuação: campanhas improvisadas perdem espaço para estratégias consistentes, planejadas e com curadoria cuidadosa. O influenciador deixa de ser visto como “mídia” e passa, então, a ser tratado como um ativo criativo, cocriador de narrativas e responsável por gerar conexões reais com comunidades. Esse amadurecimento também exige uma nova postura das marcas. Assim sendo, relações pontuais dão lugar a parcerias de longo prazo. O conteúdo precisa refletir valores compartilhados. A reputação passa a ser construída não só pelo que é dito, mas por quem diz e como diz. E, nesse cenário, os creators mais bem-sucedidos atuam como microempresas: com planejamento, dados, responsabilidade e coerência de mensagem. Creator economy como vetor cultural A influência que gera valor é aquela que reflete o tempo presente. Isso ficou claro no Festival de Criatividade Cannes Lions 2025, onde a creator economy ganhou protagonismo. Os influenciadores são hoje vetores culturais, com potencial de moldar comportamento, reforçar causas e movimentar o consumo — desde que a atuação seja estratégica e esteja alinhada ao negócio. Na Lead Strategia, desenvolvemos estratégias que integram criadores à construção de marca de forma autêntica, relevante e com impacto real. Atuamos ao lado de empresas que reconhecem a influência como parte de um ecossistema mais amplo de reputação e crescimento. Unimos curadoria, planejamento e propósito para transformar alcance em valor de marca. A Lead Strategia, agência número 1 em transformar estratégia em resultado, é uma empresa do Grupo Lead Hub. Acompanhe nossos conteúdos também em nossas redes sociais!Acesse nosso LinkedInClique aqui para ser direcionado ao Instagram
TikTok e reputação: estratégia digital com propósito

O TikTok se consolidou como uma das plataformas mais estratégicas para o marketing digital. Com mais de 1 bilhão de usuários ativos e alto potencial de viralização, a rede deixou de ser um canal de entretenimento para se tornar um espaço relevante de construção de marca e reputação. Seu diferencial está na combinação entre alcance massivo e algoritmos de entrega baseados em comportamento em tempo real. Para marcas, isso significa não apenas a oportunidade de engajamento genuíno com públicos diversos — mas especialmente as microcomunidades, onde a conexão é mais profunda e a fidelidade, mais duradoura. Isso porque, mais do que seguir tendências ou repetir dublagens, posicionar-se no TikTok exige criatividade com intenção. Conteúdos precisam refletir a identidade da marca, usar linguagem nativa da plataforma e estar alinhados ao propósito institucional. A escolha de influenciadores, o uso de dados de performance e a resposta rápida ao comportamento do público são parte da estratégia — não acessórios. Plataformas como o TikTok operam em tempo real. O ciclo de atenção é curto e a competitividade, alta. Por isso, não basta “estar presente”: é preciso entregar valor de forma rápida, autêntica e alinhada ao ecossistema da marca. Estratégia 360: reputação se constrói com consistência Um erro comum é tratar o TikTok como canal isolado. Na prática, ele deve estar integrado a toda a arquitetura de comunicação da empresa. O conteúdo da rede precisa, então, dialogar com o Instagram, o site institucional, os e-mails, o atendimento, a imprensa e até a cultura interna. É essa orquestração que constrói marcas sólidas. A reputação digital nasce da coerência: quando os canais se reforçam mutuamente e a mensagem se mantém clara, consistente e verdadeira. Diante disso, o papel de uma estratégia de marketing 360 é fazer com que cada ponto de contato traduza o posicionamento da marca de forma intencional. Na Lead Strategia, combinamos branding, dados, conteúdo e performance para posicionar empresas nas plataformas mais dinâmicas do mercado, incluindo o TikTok. Atuamos com visão integrada, criatividade aplicada e foco em resultados duradouros — construindo reputação com consistência, não com improviso. A Lead Strategia, agência número 1 em transformar estratégia em resultado, é uma empresa do Grupo Lead Hub. Acompanhe nossos conteúdos também em nossas redes sociais! Acesse nosso LinkedIn Clique aqui para ser direcionado ao Instagram