IA no centro da criação: o que o novo filme da Latam revela sobre o futuro do marketing

A Latam Airlines lançou, neste mês, sua primeira campanha publicitária 100% criada com inteligência artificial. Em parceria com o Google, a companhia utilizou o novo modelo Veo 3, uma plataforma de IA generativa de vídeo recém-lançada no Brasil, para promover o inverno no Chile — um dos destinos mais populares entre os brasileiros na temporada de neve. No filme, avatares gerados por IA convidam o público a explorar paisagens nevadas e vivenciar a estação de forma inspiradora. A campanha, criada pelo time de performance da Latam em parceria com o Google, será veiculada no YouTube e ativada via Google Ads. A produção integra a plataforma Vertex AI, voltada a clientes da Google Cloud, e marca um novo capítulo no uso da inteligência artificial no marketing de performance e de marca. Mais do que uma curiosidade tecnológica, o uso da IA generativa em campanhas reais, com aplicação direta em canais de mídia, aponta para uma transformação estrutural no processo criativo, tanto no ritmo quanto na lógica das produções. O tempo de criação reduzido, o potencial de personalização escalável e a eliminação de custos tradicionais de produção tornam a IA uma aliada poderosa no ecossistema de marketing — especialmente em campanhas sazonais, como a da Latam. Essa mudança, no entanto, exige estratégia, curadoria e critérios éticos claros. A automação criativa por si só não garante conexão, nem diferenciação. O papel das marcas, agora, é equilibrar agilidade com autenticidade, extraindo o melhor da tecnologia sem perder a coerência com sua identidade e com os valores do público. O papel da estratégia diante da disrupção Para as empresas, o uso da IA generativa amplia possibilidades. Mas também impõe desafios: como manter relevância e posicionamento diante de conteúdos altamente produzíveis por qualquer player do mercado? Como garantir consistência narrativa em meio à automação massiva? A resposta está na estratégia. É ela que guia a aplicação da tecnologia de forma alinhada aos objetivos de negócio, ao tom da marca e ao contexto da audiência. Sem um direcionamento claro, a IA pode gerar ruído, não resultado. Com estratégia, ela vira diferencial competitivo. Na Lead Strategia, acompanhamos de perto as transformações da indústria e os avanços em ferramentas como IA generativa de vídeo, áudio e imagem. Nossa missão é traduzir tendências em soluções práticas e estratégicas para nossos clientes — sempre com inteligência, propósito e visão de futuro. Se a sua marca quer crescer com consistência, relevância e inovação, fale com a Lead. Porque acompanhar tendências é importante. Mas saber usá-las estrategicamente é o que faz a diferença.
Mercado de live marketing deve ultrapassar R$ 100 bilhões até o fim do ano

Mais do que reunir pessoas, o live marketing contemporâneo conecta propósito, tecnologia e experiência. Em 2025, o setor se consolida como uma frente estratégica de relacionamento, com destaque para ações híbridas, ativações imersivas e eventos corporativos que entregam valor além do presencial. De acordo com o 13º Anuário Brasileiro de Live Marketing, o mercado deve movimentar mais de R$ 100 bilhões neste ano, somando ativações de marca, experiências e eventos em múltiplos formatos. Mesmo diante de desafios como a oscilação cambial e o comportamento mais seletivo do consumidor, o setor mantém sua curva ascendente com criatividade, resiliência e adaptação. A valorização do contato social, intensificada no pós-pandemia, segue impulsionando o investimento em encontros presenciais com alto grau de sofisticação e significado. Ao mesmo tempo, a maturidade digital do público e a evolução das plataformas interativas fortalecem os modelos híbridos, que integram o físico ao digital de forma fluida, dinâmica e engajadora. As marcas buscam cada vez mais oferecer experiências sensoriais, personalizadas e memoráveis, capazes de gerar conexão emocional e protagonismo com o público. Ambientes imersivos, narrativas gamificadas, ativações interativas e design de experiências pensados para gerar conteúdo e engajamento são algumas das apostas que ganham espaço nos projetos de 2025. O setor também avança no uso de dados, tecnologia e inteligência criativa como pilares da profissionalização do live marketing. A integração entre planejamento estratégico, análise de comportamento e soluções digitais amplia o potencial dos eventos como plataformas de relacionamento e construção de reputação. Experiências que entregam valor No ambiente corporativo, os eventos assumem papel ainda mais relevante: deixam de ser pontuais para se tornarem ferramentas contínuas de integração, cultura e posicionamento. São encontros que fortalecem vínculos com colaboradores, parceiros, clientes e comunidade — com foco em experiência, propósito e valor percebido. Na Lead Strategia, acreditamos que eventos não são apenas momentos: são oportunidades estratégicas de comunicar cultura, construir reputação e gerar conexão legítima com os públicos que importam. Desenhamos e produzimos experiências sob medida, que integram criatividade, inteligência de dados, narrativa de marca e ativação multicanal. Porque, em 2025, o live marketing que gera valor é aquele que entende o tempo do público, o propósito da marca. E transforma tudo isso em experiência. Se a sua empresa enxerga eventos como ativos estratégicos de comunicação, vamos conversar. Fale com a Lead. *Com informações do Meio&Mensagem
Parintins além do folclore: quando marcas globais se curvam à cultura local

Na pequena ilha amazônica de Parintins, o marketing global dá lugar à sabedoria popular. Durante o Festival Folclórico, marcas como Coca-Cola, Brahma e Azul Linhas Aéreas protagonizam um espetáculo à parte: um verdadeiro estudo de caso sobre como estratégia, cultura e sensibilidade local podem se unir para criar experiências memoráveis, relevantes e conectadas com o público. É ali, onde a cidade se divide entre o vermelho do Boi Garantido e o azul do Boi Caprichoso, que o rótulo mais icônico do planeta muda de cor. A Coca-Cola Azul, exclusiva de Parintins, é um exemplo de marketing adaptativo em sua forma mais refinada. Uma multinacional que entende que relevância cultural vale mais do que coerência visual global. Essa capacidade de flexibilizar a marca para se integrar à cultura local mostra mais do que criatividade: mostra estratégia. Não é ação pontual: é inteligência de marca As iniciativas não se limitam a edição de rótulos ou a brindes festivos. Elas revelam um entendimento profundo de que cultura e consumo caminham juntos — e que, para se manter presente, uma marca precisa mais do que visibilidade. Precisa pertencer. Brahma, por exemplo, vai além do patrocínio. Celebra a vitória do boi campeão com ações de rua, ativações com artistas locais e distribuição de produtos em contexto simbólico. Azul Linhas Aéreas transforma sua identidade temporariamente, reforçando laços emocionais com torcedores. Cada movimento dessas marcas é sustentado por estratégia, timing e leitura de cenário. O que diferencia quem comunica de quem se conecta. Estratégia com pertencimento: é isso que faz a diferença Em tempos de comunicação massiva, as ações em Parintins nos lembram que o futuro do marketing está na hiperconexão com o presente — e com as pessoas. Esse tipo de atuação exige conhecimento, escuta ativa, planejamento e coragem para adaptar. É sobre ser flexível sem perder essência, local sem perder escala, popular sem perder sofisticação. Na Lead Strategia, entendemos que cultura, comunicação e reputação não se improvisam. Ajudamos marcas a se posicionarem com inteligência, legitimidade e autenticidade em cada território que ocupam. Porque adaptar não é apenas reagir: é estrategicamente planejar para pertencer. Se a sua marca quer crescer com conexão real, coerência e propósito, fale com a Lead. Porque onde muitos veem “ações regionais”, nós vemos oportunidade de gerar valor com impacto cultural verdadeiro. Com informações do site Mundo Marketing Leia também: Cliente Lead: Petrobras foi patrocinadora do Festival de Parintins
Microcomunicação: a nova fronteira da influência e da reputação digital

Na nova economia da atenção, ser relevante em 280 caracteres vale mais do que muitas campanhas. O comentário — por muito tempo visto como ruído, opinião passageira ou simples interação — se transformou em um instrumento poderoso de construção de reputação, influência e conexão no ambiente digital. Para empresas e marcas, entender essa dinâmica não é mais opcional. Estamos falando de um território onde a comunicação acontece no detalhe, na entrelinha e no tempo real. E quem domina esse espaço, domina parte da narrativa pública. Seja para construir autoridade, seja para proteger reputação, gerar visibilidade ou ativar comunidades. Microtextos não são apenas comentários. São manifestações rápidas de branding, expressão cultural, construção de autoridade e até de diplomacia corporativa. Comentários bem estruturados se tornaram peças-chave de relações públicas digitais, marketing de influência e gestão de reputação. Branding em tempo real A ascensão dos microtextos — sejam eles comentários públicos, respostas rápidas ou interações em threads — está diretamente ligada à mudança no modelo de construção de influência. Se antes marcas se comunicavam de cima para baixo, hoje a conversa é lateral, distribuída, veloz e altamente volátil. Pesquisas recentes, como o Trust Barometer 2024 (Edelman) e estudos da Nature, comprovam que o viés de negatividade nas redes sociais amplia o impacto dos comentários — tanto para fortalecimento quanto para desgaste reputacional. Um comentário mal formulado pode comprometer uma campanha. Uma resposta precisa, inteligente e alinhada ao tom da marca pode valer mais do que um anúncio de milhões. Mais do que nunca, timing, clareza e inteligência narrativa definem quem se destaca. O jogo da influência digital não é só sobre criar conteúdo, mas sobre participar — no momento certo, no tom certo, na conversa certa. Cases de microcomunicação Quando o CEO do Airbnb, Brian Chesky, respondeu a uma crítica sobre taxas ocultas dizendo “vocês estão certos, vamos ser mais transparentes”. Seu comentário não só viralizou, como gerou mais impacto que qualquer campanha tradicional da marca. Outro exemplo emblemático: em 2024, a Magalu respondeu, com humor, a uma reclamação no X (ex-Twitter) em apenas 3 minutos. O post viralizou com mais de 50 mil curtidas. No ano seguinte, a marca voltou aos holofotes ao interagir, em tempo real, com a influenciadora de IA Marisa Maiô, transformando o timing da resposta em ativo de reputação e awareness. Esses movimentos não são acaso. Fazem parte de uma compreensão profunda sobre o papel dos microtextos na construção de percepção, relevância e influência. Tanto no ambiente aberto das redes quanto nas “camadas invisíveis de influência”, como as DMs, grupos de WhatsApp e círculos privados, onde se forma o novo boca a boca digital. Estratégia de influência Na Lead Strategia, entendemos que comentários, microtextos em plataformas como Threads, X (antigo Twitter) e Blue Sky, e interações rápidas são, hoje, um dos últimos canais verdadeiramente orgânicos e potentes na construção de reputação e influência. Desenhamos estratégias que vão muito além do post. Atuamos na gestão de presença, na inteligência de conversas, na ativação de microcomunidades e na construção de influência distribuída — onde cada comentário, cada interação e cada resposta se tornam parte da narrativa da marca. Se sua empresa enxerga reputação, influência e narrativa como ativos estratégicos — e entende que, na nova economia da atenção, quem comenta melhor, vence —, vamos conversar. Fale com a Lead.
O futuro das relações públicas: influência, comunidade e conexão genuína

As relações públicas nunca foram tão estratégicas, nem tão desafiadoras. No cenário atual, em que reputação, confiança e influência se tornaram ativos indispensáveis para o crescimento sustentável dos negócios, o futuro das RP passa longe da lógica restrita à visibilidade ou à gestão de mídia. Está, cada vez mais, na construção de legitimidade, comunidade e vínculos de longo prazo. Se, no passado, relações públicas eram associadas, majoritariamente, à gestão de imagem por meio da imprensa, hoje sua atuação é muito mais ampla e decisiva. A construção da opinião pública se dá em múltiplas esferas: na mídia, nas redes, nos movimentos sociais, nas lideranças digitais e nas comunidades que orbitam as marcas. A influência se descentralizou, e com ela, o papel das RP evoluiu. Agora, ela está diretamente ligada à gestão da reputação, ao fortalecimento dos ativos intangíveis e à geração de valor para todos os públicos estratégicos. O relatório Trust Barometer 2024, da Edelman, confirma essa transformação: as pessoas confiam mais em pessoas do que em organizações. Marcas precisam sair do papel de emissoras e assumir o papel de participantes ativos de conversas, ecossistemas e comunidades — de forma legítima, relevante e contínua. O novo território da reputação O jogo não é mais sobre quem aparece mais, mas sobre quem constrói mais credibilidade. As audiências — sejam consumidores, investidores, colaboradores ou sociedade — estão mais críticas, sensíveis a inconsistências e conscientes do peso das narrativas que escolhem consumir ou apoiar. Nesse contexto, RP não é uma tática — é gestão de reputação. Significa trabalhar narrativas institucionais, posicionamento, fortalecimento de autoridade, construção de influência e proteção dos ativos intangíveis da marca. Tudo isso de forma integrada a outros pilares estratégicos, como branding, cultura organizacional, sustentabilidade e ESG. É essa convergência que diferencia marcas que apenas aparecem, daquelas que são reconhecidas, respeitadas e desejadas. Na Lead Strategia, entendemos relações públicas como uma disciplina de gestão reputacional — um dos ativos mais valiosos para qualquer organização. Nosso trabalho não é sobre mídia espontânea, é sobre construir influência, credibilidade e valor de marca. Desenvolvemos estratégias de comunicação que fortalecem a reputação, posicionam lideranças, ampliam a legitimidade e sustentam a presença das empresas nos territórios que realmente importam. Porque no presente — e no futuro — quem não constrói influência, não constrói reputação. E quem não constrói reputação, não cresce. Se a sua empresa enxerga reputação, comunidade e influência como ativos estratégicos, vamos conversar. Fale com a Lead.
CMO Summit 2025: inteligência estratégica como resposta às rupturas do novo marketing

O marketing que conhecemos não está em transformação: está em colapso de modelo. Essa foi a provocação feita por Silvio Meira, fundador da TDS Company, na abertura do segundo dia do CMO Summit 2025, ao abordar um dos temas mais sensíveis do presente e inevitáveis do futuro: a ruptura sistêmica provocada pela inteligência artificial. Diante de uma plateia de líderes de marketing, inovação e negócios, Meira alertou que não se trata mais de ajustes incrementais ou de “estar por dentro” das tendências. A questão agora é reconstruir a lógica estratégica que sustenta as marcas, as operações e as decisões corporativas. E para isso, será necessário mais do que ferramentas: será preciso visão, método e coragem. Com o tema “Ruptura Sistêmica e Inteligência Estratégica – a emergência dos cisnes vermelhos”, Meira introduziu uma metáfora potente: se os “cisnes negros” representam eventos inesperados e disruptivos como uma pandemia, os “cisnes vermelhos” são rupturas de natureza profunda, que não apenas surpreendem, mas redesenham completamente as estruturas existentes. Para o palestrante, a internet foi o primeiro grande cisne vermelho do marketing. Agora, a inteligência artificial assume esse papel, exigindo a reconstrução dos sistemas operativos do mercado. “A IA não é uma ferramenta técnica. Ela cria uma nova dimensão de inteligência. Não se trata de ter uma estratégia de IA, mas de ter uma estratégia de negócios que saiba usar IA”, afirmou. Nesse contexto, Meira diferencia três níveis de inovação: adaptação (manter-se competitivo), evolução (mudanças graduais que impactam o DNA do negócio) e transformação (quando é necessário começar de novo). Estamos nesse terceiro estágio. E a IA é o epicentro. Dados, método e velocidade: os novos pilares da estratégia Segundo Meira, 40% do trabalho humano será afetado pela IA — não substituído, mas profundamente modificado. E o marketing do futuro será aquele que souber transformar dados em ação com agilidade. “Quem não tiver dados e estatísticas sobre o próprio negócio está fora”, resumiu, em uma das frases mais incisivas da palestra. Ele apresentou sua metodologia AEIOU como resposta prática ao desafio: O segredo da inteligência estratégica está menos em prever o futuro e mais em saber agir rápido diante dele. Um novo sistema operativo para o marketing A palestra foi encerrada com um convite claro: não se trata mais de aceitar o novo — mas de reconhecer que o antigo já não existe. A era da eficiência linear, dos planos estáticos e da lógica exclusivamente humana ficou para trás. O marketing do futuro será radicalmente integrado, analítico e adaptativo. Na Lead Strategia, acompanhamos de perto esse cenário de transformação e apoiamos marcas a desenvolverem inteligência estratégica em seus processos de comunicação, posicionamento e inovação. Porque, em tempos de cisnes vermelhos, não basta remar mais forte — é preciso mudar a direção da embarcação. Com informações do site Mundo Marketing