TV Globo: com agência de propaganda fictícia, comerciais fazem parte da narrativa de Vale Tudo

Odete Roitman (Débora Bloch) em cena de “Vale Tudo”. O intervalo comercial está diferente! Se você acompanha a novela “Vale Tudo” já deve ter percebido que os comerciais fazem parte da narrativa da novela. Uma agência de publicidade, a Tomorrow Lab, é um dos núcleos principais da trama. Pronto, temos, assim, o gancho perfeito para as “criações” feitas pela agência fictícia irem parar direto no intervalo comercial. No dia 9 de junho, a agência fictícia mostra uma reunião de criação para uma campanha do “cliente” Electrolux. Enquanto o telespectador vê como é o funcionamento de uma agência, na sequência ele é impactado com o “resultado”, já que o comercial que veio logo depois do break foi exatamente o que estava em pauta na cena. Na verdade, a marca lançou sua nova campanha, “A vida tem dias e dias. Para todos eles, Electrolux,”, em pleno horário nobre do canal mais assistido pelos brasileiros. Assista o comercial: Na última quarta, 2 de julho, a irmã da famosa vilã Odete Roitman, Celina, está cuidando da pele com produtos da marca brasileira O Boticário. Odete entra em cena com seus comentários mordazes, criticando o uso de produtos brasileiros para o skincare. Corte seco para o intervalo, que veio logo em seguida da cena, com a atriz Débora Bloch olhando diretamente para a câmera: “Se tem uma coisa que não me pega é esse papo de que skincare bom precisa ser importado. Para, Odete!” Assista no TikTok: https://vm.tiktok.com/ZMHbmvVudDPBh-q6Yu1 É ou não é o storytelling nota 10, com fluidez, conexão e originalidade? Maior faturamento de todos os tempos Segundo a Folha de São Paulo, a novela das 21h já entrou para a história da Globo, com o maior faturamento de todos os tempos. “Vale Tudo” tem contrato com 16 marcas e já teve 76 ações diferentes de conteúdo aparecendo na telinha. Ainda de acordo com a Folha, diz-se, no mercado, que a Globo já arrecadou mais de R$ 200 milhões em publicidade com a novela. Marcas como Itaú, Vivo, BYD, Coca-Cola, Corona, Ambev, Uber, O Boticário, Electrolux e Dove aparecem em merchandisings com os personagens interagindo com os produtos em cena – interação esta que às vezes é continuada no intervalo comercial. Também fecharam contrato marcas como Unilever, Amazon, Paramount, Johnson’s Baby, RAM, L’Oreal e Hapvida. A emissora negocia com outras empresas interessadas em ter sua marca na novela.
Cliente Lead: Petrobras foi patrocinadora do Festival de Parintins

Boi Garantido se sagra campeão no Festival de Parintins. (Foto: Mário Neto/SECOM. Reprodução Agência Brasil)A Petrobras, cliente Lead Strategia, foi patrocinadora do 58º Festival Folclórico de Parintins, realizado nos dias 28, 29 e 30 de junho, no Bumbódromo de Parintins (Amazonas). O Boi Garantido foi o grande campeão, depois de um jejum de seis anos, já que não vencia desde 2019. Reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), é o maior festival folclórico do mundo. Gera mais de 29 mil empregos diretos e indiretos. Todos os anos, cerca de 120 mil turistas visitam a cidade para assistir à disputa entre os dois bois rivais, Caprichoso e Garantido. Durante o evento, a Petrobras contou com ações de divulgação da marca e teve seu nome ligado à cultura brasileira por meio do patrocínio do programa Petrobras Cultural. Em 2024, a empresa investiu R$ 1,5 milhão. A Petrobras renovou o apoio para a edição de 2026. Este ano, o time Lead Strategia participou da criação da identidade visual do camarote e de ativações do festival. Leia também: Parintins além do folclore: quando marcas globais se curvam à cultura local
Liderança com voz, equipe com presença: influência começa por dentro. Conheça o case da Arezzo

Na foto, Luciana Wodzik. A CEO da Arezzo usa as próprias redes para engajar a comunidade da marca. Influência, hoje, não vem apenas de fora — vem de dentro. Em um cenário onde credibilidade e conexão são ativos cada vez mais valiosos, empresas que apostam no protagonismo da liderança e no conteúdo gerado por colaboradores (EGC) saem na frente. É o que mostra o case da Arezzo & Co, que transformou sua cultura em narrativa, e sua equipe, em comunidade ativa de marca. Já falamos por aqui sobre a potência do EGC (Employee Generated Content) e sobre a força dos influenciadores internos como estratégia de reputação, engajamento e construção de marca. O case da Arezzo & Co materializa tudo isso com inteligência, método e consistência. Mostra como uma cultura forte, quando bem comunicada, gera valor dentro e fora da empresa. Liderança que inspira, cultura que engaja Um dos grandes acertos da Arezzo é a presença ativa e acessível de Luciana Wodzik, CEO da marca homônima do grupo. Em vez de uma liderança distante, Luciana se comunica com clareza, frequência e verdade — humanizando a operação e reforçando a cultura do negócio. Sua presença nas redes sociais, especialmente no Instagram, aproxima, inspira e legitima outras vozes da organização. Esse posicionamento cria um efeito em cadeia: quando a liderança se comunica de forma transparente, ela abre espaço para que mais pessoas dentro da empresa também apareçam, participem e se engajem. O resultado é um time mais motivado, uma cultura mais visível e uma marca mais forte. Por dentro e por fora. O case também mostra que cultura não é apenas o que se diz nos valores corporativos. É o que se pratica nos bastidores, nas conversas do dia a dia, nos treinamentos e nas celebrações de conquistas. E tudo isso pode, e deve, ser compartilhado com estratégia, método e autenticidade. O que aprender com a Arezzo & Co Com o programa InfluencersZZ, a Arezzo estruturou uma iniciativa para formar colaboradores influenciadores, com treinamentos focados em comunicação, produção de conteúdo e redes sociais. Mais do que dar ferramentas, a marca oferece contexto, suporte e liberdade — ingredientes essenciais para transformar time em comunidade. Essa abordagem gera resultados reais: amplia o alcance da marca, fortalece o employer branding, melhora a percepção do público e impacta diretamente o engajamento e vendas. Tudo isso sem depender apenas de grandes campanhas. Mas, sim, de uma cultura bem construída e bem comunicada. Na Lead Strategia, apoiamos empresas que entendem que reputação se constrói de dentro para fora. Desenvolvemos programas de influência interna, cultura comunicante, conteúdo com propósito e presença ativa da liderança. Porque não basta parecer próxima: a marca precisa ser. Se você quer transformar cultura em influência e colaboradores em narradores potentes da sua marca, vamos conversar. Fale com a Lead.
IA na comunicação: oportunidades, limites e dilemas éticos para marcas

A inteligência artificial ocupa, hoje, o centro das transformações na comunicação corporativa. E, também, o centro de suas controvérsias. No Festival de Criatividade Cannes Lions 2025, o uso da IA por marcas foi amplamente debatido, especialmente após a revelação de campanhas vencedoras que utilizaram ferramentas generativas sem declarar o uso ou sem autorização de direitos de imagem, levantando questionamentos sobre ética, transparência e originalidade. Os avanços são inegáveis: IA acelera processos criativos, potencializa análises, ajuda a personalizar mensagens e amplia o alcance de ações com mais agilidade e escala. Mas quando aplicada sem critério, clareza e responsabilidade, pode comprometer reputação, desgastar marcas e enfraquecer o valor da confiança — ativo central da comunicação contemporânea. Em um cenário de confiança fragmentada, as marcas que mais crescem são aquelas que equilibram inovação com responsabilidade. A questão não é se a IA deve ser usada, mas como, quando e com qual transparência. E isso exige mais do que ferramentas: exige visão estratégica e governança de marca. Tecnologia sem ética não sustenta reputação A IA é, por natureza, uma ferramenta. E como toda ferramenta poderosa, seus impactos dependem de quem opera, com qual intenção e em qual contexto. Quando usada para acelerar produtividade, ampliar acesso a insights e testar possibilidades criativas com responsabilidade, a IA se torna aliada da estratégia e da consistência de marca. Mas quando aplicada sem mediação ética, ou em substituição a processos de escuta, validação e curadoria humana, ela fragiliza a comunicação e expõe as marcas a riscos reputacionais sérios. O uso não autorizado de vozes, imagens e conteúdos gerados por IA foi, em Cannes, o estopim para uma discussão urgente: qual é o limite entre eficiência e integridade? Marcas que desejam se manter relevantes precisam de mais do que inovação tecnológica. Precisam de posicionamento claro, políticas transparentes e responsabilidade sobre como operam suas narrativas. A reputação não se constrói apenas com performance: exige coerência, verdade e clareza sobre a origem do que se comunica. IA com governança: comunicação estratégica Na Lead Strategia, acreditamos que o uso de IA na comunicação deve ser ancorado em princípios claros: transparência, responsabilidade, ética e alinhamento à identidade da marca. Mais do que aderir à tecnologia, é preciso saber governá-la e comunicá-la com integridade. Apoiamos empresas na construção de estratégias de comunicação que incorporem IA com consistência e propósito. Porque reputação não se improvisa, se estrutura. E no mundo da inteligência artificial, onde a automação é cada vez mais fácil, o que diferencia as marcas é justamente o que elas não delegam: discernimento, responsabilidade e verdade. Se sua empresa quer crescer com reputação, inovação e coerência, vamos conversar. Fale com a Lead.
Marcas para sentir: por que o futuro é sensorial, comunitário e offline

Foto: Divulgação De clubes de leitura a cafés e estúdios de yoga, as marcas estão trocando o clique pelo encontro – e isso muda tudo na forma de fazer marketing Um clube de leitura dentro de uma loja de roupas. Um café exclusivo no interior de um showroom. Um clube de corrida oferecido por uma marca de artigos esportivos. Uma aula de yoga promovida por uma marca de cosméticos. Se você acha que essas iniciativas são apenas “ações pontuais”, talvez precise rever o mapa das novas estratégias de marketing. O que antes era exceção, agora é plano estratégico: criar experiências reais, sensoriais e memoráveis para conectar marcas e pessoas de forma profunda. E, atenção, fora das telas! Com as redes sociais saturadas por conteúdos gerados por inteligência artificial e formatos que se repetem à exaustão, o marketing de experiência volta a ganhar força. Mas desta vez, com mais intenção: as marcas não querem mais apenas ser lembradas. Elas querem ser sentidas e, para isso, estão criando comunidades em torno delas. As pessoas estão cansadas do excesso digital. Elas querem pertencer, querem vivência, querem toque humano. E as marcas mais inteligentes estão respondendo a esse desejo com espaços, encontros e momentos que ativam os cinco sentidos. É aqui que entram os clubes do livro, os cafés, os estúdios de yoga, os talks, os retiros criativos, as residências artísticas. Não se trata apenas de vender um produto. Trata-se de criar comunidade, cultivar repertório, reforçar valores e gerar conteúdo orgânico com profundidade. O marketing sensorial e de experiência se tornam ferramentas para gerar conexão verdadeira, ativar memórias afetivas e construir vínculos que duram. Essas iniciativas, além de fortalecerem o branding, criam conteúdo autêntico para as redes sociais — não apenas da marca, mas, principalmente, dos próprios consumidores. Sai o feed programado, entra o registro espontâneo de uma experiência vivida. Essas ativações têm um alto poder de engajamento porque envolvem o corpo, os sentidos, o emocional. A partir disso, o conteúdo que nasce é mais verdadeiro, mais criativo e mais alinhado com o estilo de vida da comunidade que a marca quer formar. No mundo pós-IA, onde tudo pode ser replicado, o que é único ganha valor. E nada é mais único do que uma experiência vivida no tempo real, no calor do momento, com outras pessoas. Por isso, marcas que investem em espaços e encontros físicos saem na frente: elas estão criando comunidade e gerando conversas em torno de si. Além disso, saindo do digital para o físico, oferecem experiências reais – e deixam as pessoas criarem conteúdo orgânico nas próprias redes, disseminando “a palavra da marca” em conteúdos no melhor estilo UGC (user generated content). Mas isso fica para um próximo artigo!
Legendas longas no Instagram ajudam no alcance e no SEO: entenda por quê

Você ainda tem dúvida se vale a pena escrever legendas mais longas no Instagram? De acordo com o especialista em marketing digital Rafael Kiso, fundador e CMO da mLabs, a resposta é sim. E há boas razões para isso. Além de ajudar a prender a atenção do público, legendas mais completas são uma forma estratégica de indexar o conteúdo para algoritmos, robôs, mecanismos de busca e, cada vez mais, para a inteligência artificial. Ou seja, elas colaboram com o chamado SEO do Instagram — uma tendência que vem ganhando força à medida que a plataforma se torna também um ambiente de busca. Segundo relatório do próprio Instagram, veja o comportamento de usuários brasileiros na rede, no que concerne à leitura das legendas: Esses dados reforçam que o investimento em uma legenda bem escrita — com palavras-chave, ganchos de leitura, estímulos à interação e contexto relevante — pode aumentar significativamente o alcance orgânico por indexação. A recomendação é que a legenda traga elementos que incentivem o usuário a comentar, salvar ou compartilhar. O famoso “call to action”, a chamada para ação, convidando o usuário a, no mínimo, entrar na conversa com a marca – ou a fechar negócio! Afinal, sabemos: quanto maior o engajamento, maior o alcance do seu conteúdo dentro da plataforma e mais resultados. Na Lead Strategia, na Lead USA e na Lead Performance, empresas do Grupo Lead Hub, acompanhamos de perto as transformações no comportamento digital e aplicamos as melhores práticas de conteúdo para fortalecer a reputação e a presença dos nossos clientes nas redes sociais Quer saber como a comunicação estratégica pode transformar a visibilidade da sua marca? Fale com a Lead.