
Com mais de R$ 20 bilhões investidos em redes sociais em 2024 e uma base ativa de 3,8 milhões de criadores só no Instagram, o Brasil ocupa posição de destaque na nova economia da influência. Os dados refletem mais do que volume: apontam uma mudança estrutural no marketing digital. Sem dúvida, criadores de conteúdo deixaram de ser uma tática pontual de visibilidade e passaram a integrar o núcleo da comunicação de marca.
De acordo com o Influencer Marketing Hub, o Brasil lidera o ranking global em número de creators no Instagram e é o segundo em volume de posts patrocinados. A WPP Media projeta crescimento de 20% no setor até 2025, enquanto o Goldman Sachs estima que a creator economy alcance US$ 460 bilhões até 2027.
Diante do amadurecimento do setor, surgem novas exigências. Uma delas é a confiança. Pesquisa da Edelman aponta que 42% dos consumidores não confiam automaticamente em recomendações feitas por influenciadores. Isso, certamente, reforça a necessidade de uma atuação mais estratégica, planejada e coerente. Dessa forma, o criador de conteúdo deixa de ser “mídia” e passa a ser um ativo criativo e cocriador de valor.
Nesse novo cenário, marcas abandonam relações pontuais e priorizam parcerias de longo prazo, com alinhamento de propósito, clareza de mensagem e curadoria estratégica. O conteúdo precisa refletir os valores da marca, e o influenciador deve operar como uma microempresa — com dados, planejamento e visão de reputação.
‘Creator economy’ como motor de cultura e consumo
A influência relevante é aquela que traduz os códigos do tempo presente. Durante o Cannes Lions 2025, a creator economy apareceu como uma das pautas mais estratégicas do festival, confirmando o papel dos creators como vetores culturais e cocriadores de significado.
Eles moldam comportamento, provocam debates e reforçam causas — desde que haja alinhamento com os objetivos da marca e com as expectativas das comunidades que representam. Estratégia, governança e sensibilidade cultural são elementos essenciais nessa nova fase.
Como construir uma estratégia com ‘creators’
Se a sua marca quer estruturar uma presença sólida na creator economy, é essencial seguir alguns pilares:
- ‘Brand safety’ como base da atuação: defina diretrizes claras de reputação e postura para os creators envolvidos.
- Curadoria com contexto: escolha influenciadores que compartilhem valores reais com a marca, não apenas números de seguidores.
- Influência no B2B: explore creators também em mercados de nicho. O marketing de influência é potente mesmo em jornadas complexas.
- Coerência narrativa: integre as ações com creators à narrativa institucional e ao planejamento de marca. Influência precisa de método.
O papel da Lead Strategia
Na Lead Strategia, desenvolvemos estratégias completas para marcas que desejam usar a influência com autenticidade, clareza e impacto. Atuamos com planejamento, dados, curadoria e conteúdo — sempre integrando os creators ao ecossistema de marca com propósito e direção.
A Lead Strategia, agência número 1 em transformar estratégia em resultado, é uma empresa do Grupo Lead Hub.
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